
{"id":7639,"date":"2025-11-03T11:55:21","date_gmt":"2025-11-03T14:55:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/?p=7639"},"modified":"2025-11-03T11:55:21","modified_gmt":"2025-11-03T14:55:21","slug":"grupo-ppgcom-da-ufma-publica-obra-sobre-desigualdades-de-genero-no-ambiente-academico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/2025\/11\/grupo-ppgcom-da-ufma-publica-obra-sobre-desigualdades-de-genero-no-ambiente-academico\/","title":{"rendered":"Grupo PPGCOM da UFMA publica obra sobre desigualdades de g\u00eanero no ambiente acad\u00eamico"},"content":{"rendered":"<p>Mat\u00e9ria publicada em 30 de outubro de 2025- <a href=\"https:\/\/portalpadrao.ufma.br\/site\/noticias\/grupo-ppgcom-da-ufma-publica-obra-sobre-desigualdades-de-genero-no-ambiente-academico\">SITE DA UFMA<\/a><\/p>\n<p>No dia 28 de outubro, a Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA), por meio do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o (PPGCOM), do C\u00e2mpus de Imperatriz, lan\u00e7ou o livro digital \u201cAssimetrias de g\u00eanero nas universidades\u201d, uma colet\u00e2nea que re\u00fane dezoito artigos in\u00e9ditos sobre desigualdades, representa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias de g\u00eanero no contexto universit\u00e1rio.<br \/>\nOrganizado pelas professoras da UFMA Tha\u00edsa Bueno, Leila Sousa, Michelly Carvalho, Let\u00edcia Cardoso e Jana\u00edna Amorim, da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA), a obra integra pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds em uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as m\u00faltiplas formas de assimetrias de g\u00eanero nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior da Am\u00e9rica Latina. Para a professora Leila Sousa, discutir a tem\u00e1tica no ambiente acad\u00eamico \u00e9 essencial, por ser um espa\u00e7o que, historicamente, impulsiona as figuras masculinas.<br \/>\n\u201cDiscutir desigualdades \u00e9 importante porque as universidades ainda possuem estruturas muito machistas que privilegiam e legitimam a figura masculina, e que acabam por perpetuar o apagamento e o silenciamento de a\u00e7\u00f5es e atividades desenvolvidas pelas mulheres, discentes ou docentes\u201d, destacou.<br \/>\nA publica\u00e7\u00e3o \u00e9 parte das a\u00e7\u00f5es do projeto \u201cAss\u00e9dio a professoras no ensino superior: um estudo sobre a realidade nos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no Nordeste\u201d, financiado pelo Edital Universal do CNPq (N\u00ba 18\/2021), e conta com o selo da EDUFMA, do CNPq e do PPGCOM-UFMA. Dividido em quatro partes, Discuss\u00f5es te\u00f3ricas, Mapas do conhecimento, Aspectos emp\u00edricos e Relatos de experi\u00eancia, o volume apresenta reflex\u00f5es que evidenciam as contradi\u00e7\u00f5es entre o ideal de igualdade e a persist\u00eancia de pr\u00e1ticas patriarcais e machistas no meio universit\u00e1rio.<br \/>\nCom linguagem acess\u00edvel e rigor acad\u00eamico, a obra busca ampliar o debate sobre pol\u00edticas de igualdade de g\u00eanero, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es de trabalho e representa\u00e7\u00e3o da figura feminina no ensino superior.<br \/>\n\u201cOs leitores podem encontrar textos que falam sobre ass\u00e9dio, tamb\u00e9m sobre iniciativas pioneiras desenvolvidas por mulheres nas mais diversas \u00e1reas do saber, tamb\u00e9m discute quest\u00f5es que atravessam o g\u00eanero como maternidade, ra\u00e7a, classe. H\u00e1 uma variedade de pontos de vista e matrizes te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas que podem servir de fontes para o trabalho dos pesquisadores do tema\u201d, explicou Leila.\u00a0<br \/>\nA colet\u00e2nea ainda tem um prop\u00f3sito maior de incentivar a reflex\u00e3o e o reconhecimento das viol\u00eancias com base nas experi\u00eancias compartilhadas por outras mulheres.<br \/>\n\u201cTenta ampliar e trazer o debate para o universo acad\u00eamico para que as v\u00edtimas dessas pr\u00e1ticas possam saber a quem recorrer, a identificar e nomear as viol\u00eancias sofridas e que possam criar redes de resist\u00eancia e enfrentamento, inclusive ajudando outras v\u00edtimas e a pr\u00f3pria Universidade a repensar estruturas desiguais e se tornar um espa\u00e7o mais equitativo\u201d, refor\u00e7a Leila Sousa.<br \/>\nO livro \u201cAssimetrias de g\u00eanero nas universidades\u201d est\u00e1 dispon\u00edvel gratuitamente em formato digital no site do PPGCOM-UFMA,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ppgcom.ufma.br\/livros-e-e-books\/\">dispon\u00edvel aqui.<\/a><br \/>\n\u00a0<br \/>\nPor:\u00a0Giovanna Carvalho<br \/>\nRevis\u00e3o:\u00a0J\u00e1der Cavalcante<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mat\u00e9ria publicada em 30 de outubro de 2025- SITE DA UFMA No dia 28 de outubro, a Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA), por meio do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o (PPGCOM), do C\u00e2mpus de Imperatriz, lan\u00e7ou o livro digital \u201cAssimetrias de g\u00eanero nas universidades\u201d, uma colet\u00e2nea que re\u00fane dezoito artigos in\u00e9ditos sobre desigualdades, representa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias de g\u00eanero no contexto universit\u00e1rio. Organizado pelas professoras da UFMA Tha\u00edsa Bueno, Leila Sousa, Michelly Carvalho, Let\u00edcia Cardoso e Jana\u00edna Amorim, da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA), a obra integra pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds em uma reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as m\u00faltiplas formas de assimetrias de g\u00eanero nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior da Am\u00e9rica Latina. Para a professora Leila Sousa, discutir a tem\u00e1tica no ambiente acad\u00eamico \u00e9 essencial, por ser um espa\u00e7o que, historicamente, impulsiona as figuras masculinas. \u201cDiscutir desigualdades \u00e9 importante porque as universidades ainda possuem estruturas muito machistas que privilegiam e legitimam a figura masculina, e que acabam por perpetuar o apagamento e o silenciamento de a\u00e7\u00f5es e atividades desenvolvidas pelas mulheres, discentes ou docentes\u201d, destacou. 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