
{"id":3415,"date":"2016-05-27T15:41:22","date_gmt":"2016-05-27T18:41:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.edufma.ufma.br\/?p=3415"},"modified":"2016-08-16T14:59:28","modified_gmt":"2016-08-16T17:59:28","slug":"cinco-livros-foram-lancados-pela-edufma-na-aml","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/2016\/05\/cinco-livros-foram-lancados-pela-edufma-na-aml\/","title":{"rendered":"Cinco livros foram lan\u00e7ados pela EDUFMA na AML"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">S\u00c3O LU\u00cdS \u2013 A literatura maranhense se enriquece pelo\u00a0aumento de publica\u00e7\u00f5es de obras liter\u00e1rias e cient\u00edficas a cada\u00a0per\u00edodo. No dia em que foi comemorado o Dia Nacional de\u00a0L\u00edngua Portuguesa, a Editora da Universidade Federal do\u00a0Maranh\u00e3o (Edufma) lan\u00e7ou, na Academia Maranhense de\u00a0Letras (AML), cinco livros produzidos por intelectuais\u00a0maranhenses.<br \/>\nOs cinco livros lan\u00e7ados foram &#8220;O Narrador Plural na Obra de\u00a0Jos\u00e9 Saramago&#8221;, &#8220;A Question\u00e1vel Amoralidade de Apol\u00f4nio\u00a0Proeza&#8221;\u037e &#8220;A vez da Ca\u00e7a&#8221;\u037e &#8220;Cenas de Rua&#8221; e &#8220;Desafios \u00e0 Teoria Econ\u00f4mica&#8221;. De acordo com reitor da\u00a0UFMA, Natalino Salgado, essas produ\u00e7\u00f5es enriquecem a cultura maranhense e instigam os jovens a\u00a0lerem mais. \u201cEssas produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e liter\u00e1rias, feitas pelos professores da nossa universidade e\u00a0colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da comunidade, estimulam os jovens a mais leitura e contribui para o\u00a0crescimento do conhecimento e da capital cultural da sociedade maranhense\u201d, frisou.<br \/>\nPara o autor de \u201cCenas de Rua\u201d, Sebasti\u00e3o Jorge, sua obra foi feita exatamente para distrair o leitor.\u00a0\u201cOs temas s\u00e3o bem populares e leves, porque a cr\u00f4nica tem que ter leveza, simplicidade e humor, que\u00a0\u00e9 para agradar o leitor. O cronista tem que escrever n\u00e3o para si, mas para o leitor\u201d, contou.<br \/>\nSegundo o presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Benedito Buzar, o evento faz\u00a0parte de uma parceria entre a Universidade Federal do Maranh\u00e3o e a Academia Maranhense de\u00a0Letras para fortalecer a produ\u00e7\u00e3o cientifica e liter\u00e1ria. \u201cNessa parceria a gente se comprometeu a\u00a0trazer uma s\u00e9rie de eventos, e este \u00e9 um desses eventos, que \u00e9 o lan\u00e7amento de cinco livros de\u00a0autores maranhenses j\u00e1 consagrados, onde n\u00f3s estamos demonstrando ao Maranh\u00e3o que n\u00f3s\u00a0continuamos a ser uma terra que continua produzindo bons escritores\u201d, enfatizou.<br \/>\nSobre as obras<br \/>\nO jornalista e professor Sebasti\u00e3o Jorge brindar\u00e1 os seus leitores com sua peculiar linguagem de\u00a0cronista no lan\u00e7amento de \u201cCenas de Rua\u201d. Trata-se\u00a0de uma obra escrita com a singularidade de\u00a0quem privilegia o rigoroso tratamento do texto. O autor mescla simplicidade, agilidade e leveza e\u00a0passeia com desenvoltura por temas do cotidiano que ganham uma vis\u00e3o universal. \u00c9 o tipo de leitura\u00a0que prende o leitor de in\u00edcio.<br \/>\nA obra de Waldemiro Viana, A Vez da Ca\u00e7a, \u00e9 daquelas hist\u00f3rias em que o escritor, por meio de uma\u00a0envolvente narrativa, leva o leitor a mergulhar em um mundo m\u00e1gico e a fazer parte de sua ret\u00f3rica.\u00a0Tra\u00e7o caracter\u00edstico do autor. A Vez da Ca\u00e7a comprova, novamente, o talento de Waldemiro Viana em\u00a0produzir contrapontos. A sua heran\u00e7a liter\u00e1ria em O Mau Samaritano e A Question\u00e1vel Amoralidade\u00a0de Apol\u00f4nio Proeza j\u00e1 revelava a sua maestria em fazer esses caminhos acidentados.<br \/>\nO livro de Ceres Costa Fernandes, \u201cO Narrador Plural na Obra de Jos\u00e9 Saramago\u201d, \u00e9 o resultado\u00a0de uma disserta\u00e7\u00e3o de mestrado defendida na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro, no\u00a0fim da d\u00e9cada de 1980, que virou livro em 1990, com uma segunda edi\u00e7\u00e3o em 2003. A receptividade\u00a0da obra e sua import\u00e2ncia seminal para a compreens\u00e3o do estilo e do conjunto da obra de um dos\u00a0maiores escritores da literatura de l\u00edngua portuguesa de todos os tempos motivaram essa terceira\u00a0edi\u00e7\u00e3o. A acad\u00eamica da AML e ex pr\u00f3-reitora\u00a0de Ensino da UFMA, Ceres Costa Fernandes, foi uma\u00a0das primeiras pessoas no Brasil a publicar um trabalho acad\u00eamico respeit\u00e1vel sobre o homem que\u00a0anos depois conquistaria o primeiro e\u00a0at\u00e9 agora \u00fanico Pr\u00eamio\u00a0Nobel para a literatura de l\u00edngua\u00a0portuguesa.<br \/>\nO economista Antonio Augusto Ribeiro Brand\u00e3o autografa na AML o seu postulado \u201cDesafios \u00e0\u00a0Teoria Econ\u00f4mica\u201d. Na obra, o autor confronta as correntes que nortearam os princ\u00edpios adotados\u00a0por diversas te\u00f3ricos da economia ao longo da hist\u00f3ria. \u00c9 um livro para quem tem intimidade com o\u00a0tema, mas est\u00e1 sempre disposto a experimentar uma abordagem diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte:\u00a0ASCOM \/UFMA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mat\u00e9ria publicada em \u00a006 de novembro de 2015-site da UFMA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00c3O LU\u00cdS \u2013 A literatura maranhense se enriquece pelo\u00a0aumento de publica\u00e7\u00f5es de obras liter\u00e1rias e cient\u00edficas a cada\u00a0per\u00edodo. No dia em que foi comemorado o Dia Nacional de\u00a0L\u00edngua Portuguesa, a Editora da Universidade Federal do\u00a0Maranh\u00e3o (Edufma) lan\u00e7ou, na Academia Maranhense de\u00a0Letras (AML), cinco livros produzidos por intelectuais\u00a0maranhenses. Os cinco livros lan\u00e7ados foram &#8220;O Narrador Plural na Obra de\u00a0Jos\u00e9 Saramago&#8221;, &#8220;A Question\u00e1vel Amoralidade de Apol\u00f4nio\u00a0Proeza&#8221;\u037e &#8220;A vez da Ca\u00e7a&#8221;\u037e &#8220;Cenas de Rua&#8221; e &#8220;Desafios \u00e0 Teoria Econ\u00f4mica&#8221;. De acordo com reitor da\u00a0UFMA, Natalino Salgado, essas produ\u00e7\u00f5es enriquecem a cultura maranhense e instigam os jovens a\u00a0lerem mais. \u201cEssas produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e liter\u00e1rias, feitas pelos professores da nossa universidade e\u00a0colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da comunidade, estimulam os jovens a mais leitura e contribui para o\u00a0crescimento do conhecimento e da capital cultural da sociedade maranhense\u201d, frisou. Para o autor de \u201cCenas de Rua\u201d, Sebasti\u00e3o Jorge, sua obra foi feita exatamente para distrair o leitor.\u00a0\u201cOs temas s\u00e3o bem populares e leves, porque a cr\u00f4nica tem que ter leveza, simplicidade e humor, que\u00a0\u00e9 para agradar o leitor. O cronista tem que escrever n\u00e3o para si, mas para o leitor\u201d, contou. Segundo o presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Benedito Buzar, o evento faz\u00a0parte de uma parceria entre a Universidade Federal do Maranh\u00e3o e a Academia Maranhense de\u00a0Letras para fortalecer a produ\u00e7\u00e3o cientifica e liter\u00e1ria. \u201cNessa parceria a gente se comprometeu a\u00a0trazer uma s\u00e9rie de eventos, e este \u00e9 um desses eventos, que \u00e9 o lan\u00e7amento de cinco livros de\u00a0autores maranhenses j\u00e1 consagrados, onde n\u00f3s estamos demonstrando ao Maranh\u00e3o que n\u00f3s\u00a0continuamos a ser uma terra que continua produzindo bons escritores\u201d, enfatizou. Sobre as obras O jornalista e professor Sebasti\u00e3o Jorge brindar\u00e1 os seus leitores com sua peculiar linguagem de\u00a0cronista no lan\u00e7amento de \u201cCenas de Rua\u201d. Trata-se\u00a0de uma obra escrita com a singularidade de\u00a0quem privilegia o rigoroso tratamento do texto. O autor mescla simplicidade, agilidade e leveza e\u00a0passeia com desenvoltura por temas do cotidiano que ganham uma vis\u00e3o universal. \u00c9 o tipo de leitura\u00a0que prende o leitor de in\u00edcio. A obra de Waldemiro Viana, A Vez da Ca\u00e7a, \u00e9 daquelas hist\u00f3rias em que o escritor, por meio de uma\u00a0envolvente narrativa, leva o leitor a mergulhar em um mundo m\u00e1gico e a fazer parte de sua ret\u00f3rica.\u00a0Tra\u00e7o caracter\u00edstico do autor. A Vez da Ca\u00e7a comprova, novamente, o talento de Waldemiro Viana em\u00a0produzir contrapontos. A sua heran\u00e7a liter\u00e1ria em O Mau Samaritano e A Question\u00e1vel Amoralidade\u00a0de Apol\u00f4nio Proeza j\u00e1 revelava a sua maestria em fazer esses caminhos acidentados. O livro de Ceres Costa Fernandes, \u201cO Narrador Plural na Obra de Jos\u00e9 Saramago\u201d, \u00e9 o resultado\u00a0de uma disserta\u00e7\u00e3o de mestrado defendida na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro, no\u00a0fim da d\u00e9cada de 1980, que virou livro em 1990, com uma segunda edi\u00e7\u00e3o em 2003. A receptividade\u00a0da obra e sua import\u00e2ncia seminal para a compreens\u00e3o do estilo e do conjunto da obra de um dos\u00a0maiores escritores da literatura de l\u00edngua portuguesa de todos os tempos motivaram essa terceira\u00a0edi\u00e7\u00e3o. A acad\u00eamica da AML e ex pr\u00f3-reitora\u00a0de Ensino da UFMA, Ceres Costa Fernandes, foi uma\u00a0das primeiras pessoas no Brasil a publicar um trabalho acad\u00eamico respeit\u00e1vel sobre o homem que\u00a0anos depois conquistaria o primeiro e\u00a0at\u00e9 agora \u00fanico Pr\u00eamio\u00a0Nobel para a literatura de l\u00edngua\u00a0portuguesa. O economista Antonio Augusto Ribeiro Brand\u00e3o autografa na AML o seu postulado \u201cDesafios \u00e0\u00a0Teoria Econ\u00f4mica\u201d. Na obra, o autor confronta as correntes que nortearam os princ\u00edpios adotados\u00a0por diversas te\u00f3ricos da economia ao longo da hist\u00f3ria. \u00c9 um livro para quem tem intimidade com o\u00a0tema, mas est\u00e1 sempre disposto a experimentar uma abordagem diferente. Fonte:\u00a0ASCOM \/UFMA Mat\u00e9ria publicada em \u00a006 de novembro de 2015-site da UFMA<\/p>\n","protected":false},"author":73,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[33],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3415"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/73"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3415"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3415\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3473,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3415\/revisions\/3473"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.edufma.ufma.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}